quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

OCASO


Ela baixou os olhos quando me despedi, igual a lua que, naquela hora, apagava o seu cigarro na manhã.
(VFM)

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

MINICONTO


Desportista
Foi parar no xadrez por maltratar damas.

Cuidava das lágrimas no seio pluvial dos olhos.
Medicava o silêncio cobrindo de nuvens a lembrança do espelho morto,
Que ainda, maduro, refletia as dores do seu rosto.
Para cada gota um sintoma derramado na ventania.
No azulejo das mãos a sombra do pranto transparecia
a sede opaca.
E antes de fechar em trevas o olhar do infinito, deixo a
Lágrima mais doente, curvada na sua mortalidade ácida,
Atravessar a íntima fatuidade do teu destino.