quarta-feira, 31 de outubro de 2018
MICROCRÔNICA POLÍTICA
No dia das bruxas, em pleno século XXI, uma ditadura anda nos assombrando de novo.
quinta-feira, 25 de outubro de 2018
Se enQUADRA Mané
É triste! Falta vergonha a uma parte,
Eles não ligam mesmo não ver um debate,
Querem ver comunistas indo pra Marte
E um governo que não resolve, bate.
2 HAIKAIS POLÍTICOS
Candidato que prefere Ustra
Sabe muito bem
Qual machado que o ilustra.
#Elenão
O professor prefere Machado,
Pois com livro e educação
Deixamos ao povo um legado.
#HaddadSim
segunda-feira, 22 de outubro de 2018
HAIKAI PARA O DIA DOS PROFESSPRES
Pode ser com caneta ou giz,
A educação move o mundo,
O professor é a força motriz.
quarta-feira, 10 de outubro de 2018
MICROCRÔNICA POLÍTICA
Médico aconselha Bolsonaro a fugir dos memes e dá atestado de cagão dos debates.
terça-feira, 9 de outubro de 2018
UM ESTUDO EM VERMELHO
A procura do que nos assemelha:
A paixão que o tupi deu - urucum,
O rubor tropical de cada um.
Tá no nosso sangue a cor vermelha.
Diga: qual o problema do vermelho?
Um país em que a mistura alenta,
O Amor é amarelo e magenta,
O respeito está além do espelho.
Vamos colocar na boca o carmim,
Marcar a rosa do povo com rubi,
Tingir a paz com o melhor de ti,
O bem é pra todos e não só pra mim.
Do branco, do preto, do novo, do velho
É o amor que deve vir primeiro,
Não ódio pintado no brasileiro.
Diga: qual o problema do vermelho?
#Elenão
O Brasil tá ficando demente.
Tem candidato de cara lisa
Que vê no ódio a sua camisa
E nisso quer ser o presidente.
O ditador sobe nas pesquisas.
Mal sabe o povo que ele mente.
Diz só merdas, pobre da Anvisa!
O Brasil tá ficando doente.
Trouxas de verde e amarelo
Com medo da foice e martelo
Vão perdendo de toda a razão.
O seu vice um vil carniceiro
Quer sacanear o brasileiro,
Mas nós temos salvação: #Elenão!
Acho que é hora de dormir. É tarde. Não sei calcular a hora dos sonhos, o mês de outubro que adentra como um gato na sombra da gente.
Um silêncio me rodeia. Um intolerável sono quer me libertar da humanidade. Mas acho que no lugar dessa ferida que fecha os olhos feito um armazém, há uma cerimônia única escrita nas camas. Um vulto solitário que pouco uso.
Acho que é hora de dormir. É tarde. Há outros desejos me crescendo. Mas acho que o sonho quer me dominar com a sua impertinente teimosia.
Um silêncio me rodeia. Um intolerável sono quer me libertar da humanidade. Mas acho que no lugar dessa ferida que fecha os olhos feito um armazém, há uma cerimônia única escrita nas camas. Um vulto solitário que pouco uso.
Acho que é hora de dormir. É tarde. Há outros desejos me crescendo. Mas acho que o sonho quer me dominar com a sua impertinente teimosia.
terça-feira, 2 de outubro de 2018
OS PÉS
Os pés têm vocação para fazer saudade. Mesmo juntos dialogam expansivos. Lado a lado marcam sua voz. Questionam sob o domínio da razão. Cosmificão aquela posição dramática. Unem-se naquele incômodo aspecto. Talvez se entendam. Montam banca. Estrutura poética. Param juntinhos. Descansam também separados. "PRONDE VAMOS?", dizem unificando o discurso. Aparentemente duvidam do caminho. O medo que vem defronte. Estampam no solado o fragmento do início e o destinatário da saída. Ou volta a volta a volta. Quiçá a nunca ida. Os pés vizinhos. Os pés irmãos. Os pés demarcando fronteiras. Um quer ser a terceira pessoa da narração, outro o aparecimento do eu. Mas contraditoriamente não se separam. Como locutores de situações extremas seguem vistos pela sociedade Unidos. A preocupação de quem vê é a eficácia de deixar eles assim: perdidos. Personificados. Batendo o pé. Juntos!
Ahhhhhh! Mas quando brigam... pisoteiam a verdade e na ponta do pé
botam calçado nas mentiras. Mas quão fácil é identificar a busca passo a
passo um pelo outro. Um limpa no tapete o livro mal aproveitado. Outro
sucessivamente na frequência do espelho renega seus cacos. Metemos o pé
na jaca, o pé na porta, troca as mãos pelos pés e pé na tábua. Que pé
que não briga com outro? Querem sentir saudade. Afastam-se na necessária
extensão da distância. E se há distância medimos o tamanho do quarto. O
espaço para caber a cama. Separam-se para se conhecer. Ajudam um ao
outro na prevenção dos abismos. Vão pulando os erros homologados. Um
quer fazer do outro a vida mais lenta. Quem não quer uma pausa para dar
importância a música? Quem não quer fazer o erótico a fuga e a chamada
do prender-se?
Os pés têm relação estabelecida. Os pés têm erros. Esse texto tem erros. Os passos se erram. Somos errantes muitas vezes. É a natureza do duplo. A outridade simétrica da sombra. Quando um vai o outro se transporta. Vamos atrás desse diálogo especular. Vamos, pois, além dos pés. Uma briga que nos move. Uma caminhada da aprendizagem. Vamos na perspectiva do incrível momento da chegada. Do parar lado a lado e dizer a cada pé, e na interseção a qual consideramos, que conseguimos vencer o inimigo do passado. Ficou pra trás a evidência do antes. No entanto, podemos dar um passo atrás para recuperar melhor o personagem. Deve-se assim sempre dar um passo à frente para o irresistível desejo de andar mais para frente para conquistar sempre. E mesmo os pés parados, é uma indicação de que a saudade é uma eternidade imaginária. Os pés juntos descansam na morte. Os pés sabem fazer pausas na vida para particularmente demarcarem a sua história. Por isso sao pés. Por isso fazem parte de nós. Assim a pé vamos!
Os pés têm relação estabelecida. Os pés têm erros. Esse texto tem erros. Os passos se erram. Somos errantes muitas vezes. É a natureza do duplo. A outridade simétrica da sombra. Quando um vai o outro se transporta. Vamos atrás desse diálogo especular. Vamos, pois, além dos pés. Uma briga que nos move. Uma caminhada da aprendizagem. Vamos na perspectiva do incrível momento da chegada. Do parar lado a lado e dizer a cada pé, e na interseção a qual consideramos, que conseguimos vencer o inimigo do passado. Ficou pra trás a evidência do antes. No entanto, podemos dar um passo atrás para recuperar melhor o personagem. Deve-se assim sempre dar um passo à frente para o irresistível desejo de andar mais para frente para conquistar sempre. E mesmo os pés parados, é uma indicação de que a saudade é uma eternidade imaginária. Os pés juntos descansam na morte. Os pés sabem fazer pausas na vida para particularmente demarcarem a sua história. Por isso sao pés. Por isso fazem parte de nós. Assim a pé vamos!
MICROCRÔNICA POLÍTICA
Após denúncias de ex-mulher, Bolsonaro afirma que ela armou pra ele, pois o único patrimônio que tem é sua idiotice.
#elenunca
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