A chuva acaricia devagarinho o rosto da menina pelo vidro. A procissão de lágrimas alheias tinge aquela face trancada em solidão, enquanto os guardas chuvas lá fora brincam pela calçada de forma comovente ao passo dos pés que se inundam de incompreensão.
“Haicais para Diadorim”, agora no teatro.
Há 2 horas
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