Uma nova forma de amor sempre pode aparecer, seja em um momento de cansaço, quando o pouso é incompreendido e a mão mal toca o mistério, ou na sua presença corpórea, como um ramo que roça, tão leve, em ritmo alegre o coração.
Uma nova forma de amor sempre pode aparecer, mas também carrega no seu bojo desventura, frustração, imprecisos risos, que turvam o copo do amor. Mas doer qualquer coração dói. O amor nem sempre é transparente, puro e salutar. A resposta, sem saber, para tanto medo ou receio do amor vindouro, é viver o instante inteiro, primeiro, e do pouco que ele for, ser tudo, como o derradeiro.
Uma nova forma de amor sempre pode aparecer, mas também carrega no seu bojo desventura, frustração, imprecisos risos, que turvam o copo do amor. Mas doer qualquer coração dói. O amor nem sempre é transparente, puro e salutar. A resposta, sem saber, para tanto medo ou receio do amor vindouro, é viver o instante inteiro, primeiro, e do pouco que ele for, ser tudo, como o derradeiro.
(VFM)