sexta-feira, 24 de julho de 2009
+ Mini Contos
quinta-feira, 23 de julho de 2009
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Continuação dos Mini Contos
1- Empresário Suicida
Enforcou-se com a sua gravata,
barata, após pedir concordata.
2- Vênus
Com tanta beleza
Foi morta
Pela mãe natureza.
3-
A maior cobiça
É querer comer
Uma noviça.
(VFM)
terça-feira, 21 de julho de 2009
Outros Mini Contos
Adolescência
Tinha a face da cor da rosa
E um cravo no nariz.
Filho de Peixe...
Assado ou sushi será!
Político
Cansado de votos nulos
Resolveu candidatar-se
Para o próximo túmulo.
(VFM)
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Minha Crônica no Tribuna Lagoana: Sim!
Há casos que dizemos de maneira forçosa, soltamos a palavra pelo vão do dente. Até parece mentirmos, mas era o intuito. Em outras situações falamos por educação, ou moda (será?). Convido cada um a sentar-se comigo e pensar demoradamente, até endoidecer, e descobrir o próprio show do Sim. Você deve estar matutando que digo asneiras, que devaneio, mas não! Passe a observar algumas coisas: como é bom ouvir estas três letrinhas quando alguém nos pede ajuda, licença, simplesmente, e porque não no perdão? Ora, ora, assim eu imaginei esta crônica, cheia de boas intenções, uma pequena perspectiva em um sorriso, pronunciando, com ternura, um Sim.
Aceita um pedaço de bolo? Aceita um beijo? Um abraço de mãe? Nem titubeio e confirmo de pronto. Claro que já disse não, mas, confesso, tenho agudo problema
Para encurtar a conversa e esclarecer aonde quero chegar, esta reflexão veio à tona lá no Automóvel Clube, em um dia muito especial.
O casal vinha adiante, em êxtase, de olhares radiantes, todos os dentes a mostra, branquinhos, reflexo do vestido da noiva. Exatamente, era um casamento. Os noivos: Minha querida prima, Tarsila, e, agora seu marido, Robeílson. Passaram no meio da multidão, deixavam a alma ser beijada por todos. Creio que as pernas tremiam e o véu vinha atrás, carregando toda a emoção. O pastor fez as honras e as bênçãos. Deus colocou a mão no coração de ambos. No meu também. No final, veio a pergunta: “Você aceita ele(a) como seu legítimo esposo(a)?”. A inquietação devia estar presa na garganta. O perfume não demorou a sair: “Sim, eu aceito!”. O amor deixou-se beijar naquele momento...
Muito tempo que não ia a um casamento, pois antes, o último eu devia ter uns oito anos, pouco me importava. Mas este foi diferente. Foi aí que me dei conta e descobri a explosão de um “Sim”, que me fez chorar... E me deixou muito feliz.
Ê palavrinha surpreendente!
(VFM)
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Declaração
(VFM)
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Mais Mini Contos
(VFM)